Ideologia de gênero: viva e atuante

genderDesde 2014 o termo “ideologia de gênero” passou a fazer parte do cotidiano dos brasileiros. Com a tentativa autoritária e dissimulada de engrenar esta ideologia nos Planos de educação dos diferentes níveis de nossa Federação – municipal, estadual e federal – os homens e mulheres de boa vontade desse país, os pais e mães, professores, religiosos, após um susto inicial, passaram a compreender a gravidade do problema. Uma grande mobilização foi feita, desde as pequenas cidades às metrópoles, nestes diferentes níveis administrativos e, quase na totalidade, esta ideologia foi expurgada de nossos Planos de educação.

Todavia, talvez estejamos novamente no momento de tomarmos outro susto: ainda que a resposta da população tenha sido inequívoca quanto à rejeição desta ideologia, seus propagadores não aceitam a derrota, o que seria de se esperar em uma autentica democracia: deveriam reconhecer que esta temática não é a vontade do povo. Acontece que, para o grupo minoritário que quer impor esta ideologia na população, democracia é apenas uma “palavra talismã”, ou seja, usada em diversos momentos para justificar ações, mas sem o seu real significado. Eles não dão a mínima para democracia, o que querem é corromper e manipular a opinião pública. Se der certo, dizem que a democracia venceu. Se não der, se suas ideologias são rejeitadas, passam a agir da mesma forma (as cartilhas sobre gênero há muito já estavam prontas, bem como as (de)formações para professores).

A prova desta insensibilidade à democracia é observada em toda parte. Vemos os ideólogos, apoiados pelo poder da mídia e de grandes corporações (socialistas e grandes capitalistas dão as mãos neste ponto, como já falamos aqui), forçando descaradamente o gênero contra as crianças. Só a título de exemplo, citamos um “Encontro de Formação de Direitos Sexuais de Crianças e Adolescentes”, realizado em Brasília (http://www.cedecainter.org.br/single-post/2016/11/25/Encontro-de-Forma%C3%A7%C3%A3o-de-Direitos-Sexuais-de-Crian%C3%A7as-e-Adolescentes-acontece-em-Bras%C3%ADlia). Estamos diante de um maquiavelismo sem precedentes na história, pois mira a criança, o ser humano em estágio tão frágil.

Neste encontro citado a União Europeia é a financiadora, assim como, em muitos outros semelhantes é a ONU. O objetivo principal é forçar em nosso país uma ideologia perversa, que destrói os jovens, tornando-os massas de manobra. Como me disse recentemente uma amiga, observando jovens em um evento público, os mesmos garotos que passavam de mãos dadas entre si algum tempo depois estavam com meninas e depois voltavam a estar em um relacionamento entre homens. A ideologia de gênero gera nos jovens confusão, não só sexual, mas de toda sua identidade.

É necessário que a ação dos pais, professores, líderes religiosos, e pessoas de boa vontade em geral, como dito no início desse texto, não fique estagnada. É necessário estar atento, combater o “politicamente correto”, ter coragem de dizer o que é o certo e o errado; dizer que Deus criou homens e mulheres e qual a Sua vontade para eles. Já foi provado que a ampla maioria deste país não segue as ideologias de um grupinho que insiste em fazer experimento social com as pessoas. Esta ampla maioria é capaz de barrar a ideologia de gênero, desde que se levante para reivindicar seus direitos. A ideologia de gênero é artificial, não tendo reconhecimento jurídico e muito menos amparo na lei natural e isto precisa ser dito.

Pe. Silvio Rodrigues Roberto, MIC

 

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