O comunismo foi o sistema mais reprovados pelo Magistério na história da Igreja. De todos os Papas do século XX, só João Paulo I não condenou o comunismo ateu (e isso provavelmente somente porque ele não teve tempo de fazê-lo). Vejamos algumas destas advertências da Igreja aos seus filhos.
Na Carta Encíclica Divini Redemptoris, Pio XI definiu o comunismo como «intrinsecamente perverso.
O ensinamento de Leão XIII, na Rerum Novarum, sobre o socialismo, pode ser resumido assim:
– O socialismo promove inveja entre as classes ( “Não cobiçarás os bens do próximo”).
– A transferência de propriedade privada para a propriedade da comunidade é contra a natureza e a justiça.
– O socialismo fere primeiramente o homem trabalhador.
– O socialismo percebe as crianças como pertencendo ao Estado
– O socialismo leva a “condição de miséria e degradação”.
– O trabalho é bom e não o mal. O socialismo pressupõe erroneamente que o trabalho é sempre uma exploração de uma classe que serve outra classe.
O papa Bento XV classificou o socialismo como o inimigo mais implacável dos princípios cristãos. A essência dessa ideologia é tão grave que o papa Leão XIII a chamou de “peste mortífera que invade a medula da sociedade humana e a conduz a um perigo extremo”
Para Pio XI, na Encíclica Quadragesimo Anno, disse que “o socialismo religioso, o socialismo cristão, são termos contraditórios; ninguém pode ser ao mesmo tempo um bom católico e um verdadeiro socialista. ” E acrescenta:
“Fazemos este pronunciamento: seja considerado como uma doutrina, ou um fato histórico, ou um movimento, o socialismo, se ele permanece verdadeiramente socialismo, mesmo depois de ter cedido à verdade e à justiça sobre os pontos que mencionamos, não pode ser conciliado com os ensinamentos da Igreja Católica porque o conceito de sociedade em si é totalmente estranho à verdade cristã “(Quadragesimo Anno, n. 117).
O grande bispo americano, Fulton J. Sheen, que está em processo de beatificação disse:
“O comunismo entorpece os pobres, prometendo-lhes o que não lhes pode dar, a saber, um paraíso na terra.” E ainda:
“Vimo-los proscreverem a religião na Rússia, desterrarem o seu clero e matarem o seu povo. Vimo-los fecharem as Igrejas do México. Vimo-los crucificarem os padres na Espanha (…) Lemos sua literatura anti-Deus, mas tudo o que vimos e ouvimos fazer contra a religião não nos convenceu de que não há Deus. Eles apenas nos convenceram que existem demônios”