Censura na internet

censorshipA internet é um vasto meio de comunicação que tem tomado grande parte do espaço da grande mídia tradicional, especialmente a TV. Tem sido também um meio que favorece a evangelização, especialmente de temas que não teriam de forma alguma espaço na grande mídia.

Todavia, a internet não é um espaço tão aberto assim como parece. Se olharmos bem, veremos que ela é dominada por poucas e gigantescas empresas: youtube, Google, twitter, Facebook, Instagram  e Whatsapp. Mais ainda: a Google é dona do youtube e o Facebook das duas últimas.

Como cristãos, é preciso estar atentos ainda a um outro dado: infelizmente estes poderosos, especialmente o Facebook, estão comprometidos com a Nova Ordem Mundial que visa mudar os valores da sociedade. Na prática, isto significa que há uma censura ocorrendo na internet, disfarçada, mas há. Vejamos alguns exemplos:

– eu tive uma postagem minha, falando que o casamento verdadeiro se dá entre um homem e uma mulher, excluído do meu Facebook, além de ter recebido uma advertência desta empresa. Isto com certeza não aconteceria se eu tivesse falado o contrário, ou seja, do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo;

– nos Estados Unidos o Facebook tem barrado postagens pró-vida; no entanto, tem dado amplo espaço para as postagens da Planned Parenthood, a maior empresa de abortos do mundo, que mata milhares de bebês todos os anos;

Exemplos similares a este último podem ser encontrados no Google e nos demais gigantes da mídia na internet.

Assim, quando um conteúdo não está alinhado com a agenda ideológica destas plataformas, elas o bloqueiam ou jogam pra escanteio, ou seja, não permitem que o arquivo seja facilmente achado na internet. Com isso, temas como a defesa da vida contra o aborto, a ditadura homossexual e outros não aparecem para as pessoas (como talvez muitos não lerão este artigo devido a isto).

O que fazer?

Uma vez que a tendência é que esta censura aumente ainda mais, pois estão se aproveitando das chamadas fake News para na verdade bloquear conteúdos que não lhes agradam, é preciso ter uma estratégia, caso queiramos ir além do que eles permitem que chegue até nós.

Finalizo este texto com duas dicas básicas: 1) salvar o endereço dos bons sites, para que você possa acessar quando quiser e 2) inscrever-se nos bons canais de informação e visita-los mesmo quando não lhe chegar qualquer informação sobre algo novo neles.

Pe. Silvio Roberto, MIC

 

 

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