A mulher está apanhando… do feminismo.

beatenPassou-se o tempo e a mulher, infelizmente, continua apanhando. Mas, quem diria, quem mais lhe bate agora é o feminismo. Este movimento passou, e ainda passa, por distintas matizes ideológicas, sendo uma delas a radicalização esquerdista, a que justamente mais está prejudicando as mulheres. Bebendo do marxismo e adaptando seu discurso para si, o feminismo radical também elegeu a família como sua inimiga, pois ali nasceria a opressão sobre a mulher. Mas foi além: encontrou na própria natureza o princípio da desigualdade, pois esta permite que o homem tenha o prazer sexual e deixe o fardo da gravidez para a mulher.

E qual foi, então, a ideia brilhante de Shulamit Firetone, Judith Butler e algumas outras feministas radicais? Gestar a ideologia de gênero! Agora sim, não haverá mais desigualdade, pensam elas, pois não haverá mais sexo, tudo é fluído, podendo mudar a qualquer momento. É o que claramente diz Firestone em A Dialética do sexo: “E assim como o objetivo final da revolução socialista não era apenas a eliminação do privilégio da classe econômica, mas a própria distinção da classe econômica, assim também o objetivo final da revolução feminina deve ser, diversamente do objetivo do primeiro movimento feminista, não apenas a eliminação do privilégio masculino, mas da própria distinção sexual”.

          E assim chegamos ao momento presente: uma sinuca de bico para as feministas. Seguindo a cartilha da ideologia de gênero, homens esportistas, sem muito destaque em meio aos seus pares, estão se apresentando como mulheres (trocando o nome, tirando o pênis e tomando algum inibidor de testosterona) e passando a competir com mulheres de verdade. Resultado: mulheres apanhando brutalmente de homens nos ringues (uma morreu esta semana!), levando boladas mais fortes nas quadras e comendo poeira nas corridas.

Uma vez que o politicamente correto não permite reclamar, porque seriam acusadas de preconceituosas, as mulheres esportistas têm que se submeter a isso, ainda que corretamente não concordem. Como o mercado do esporte de ponta dá muito dinheiro, já podemos antever que muitos outros homens irão tomar o mesmo caminho. Com isso, daqui a alguns anos, nossas “campeãs” de pódios serão travestis…

E a conclusão óbvia que chegamos é que a mulher vem perdendo seu espaço na sociedade, graças ao feminismo radical (esquerdista). Para a proteção da mulher e, mais do que isso, a promoção do justo respeito a ela, nossa sociedade precisa deixar de lado este movimento pernicioso e se voltar aos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ele foi o homem que mais chamou a atenção à dignidade da mulher. Ele saiu em defesa das mulheres e conviveu de perto com elas, em um tempo que isso era impensável.

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